Em resumo

  • A Sony disse a um tribunal federal em 21 de agosto que consumidores razoáveis não seriam enganados ao pensar que possuem os jogos digitais pelos quais pagam.
  • Seu documento argumenta que a propriedade é implausível porque dois autores compraram o mesmo jogo com 11 dias de diferença — se o primeiro o possuísse, o segundo não poderia tê-lo comprado.
  • A ação coletiva proposta, protocolada em junho por quatro clientes da PlayStation na Califórnia, alega que o checkout da loja viola uma lei de divulgação em vigor desde janeiro de 2025.

A Sony disse a um juiz federal que nenhum consumidor razoável acredita que possui os jogos digitais pelos quais paga na PlayStation Store, de acordo com um documento de 21 de agosto revisado pelo Game File.

O documento é a primeira resposta substantiva da empresa a uma ação coletiva proposta protocolada em junho no Distrito Norte da Califórnia por quatro clientes da PlayStation na Califórnia. Eles alegam que os botões "Comprar agora" e "Confirmar compra" da loja implicam propriedade quando a transação concede apenas uma licença revogável.